domingo, 2 de novembro de 2014

POR QUE OS POBRES MORREM POBRES?



I
Hoje, no alvorecer do século XXI, segundo dados mais recentes da ONU, cerca de mais de um bilhão de pessoas são acometidas (nas suas grandes maiorias em países pobres e/ou subdesenvolvidos da África, Ásia e América do sul) por estados ditos de pobrezas extremas, ou seja, aprox. de 15% a 20% da população mundial, por motivos vários, encontra-se vivendo na miséria, subnutridas, abaixo da chamada linha de pobreza.
Essa população de famigerados do mundo (que vive abaixo da linha da pobreza, com menos de um ou dois dólares por dia) é identificada, por essa mesma ONU, como aquela que é formada por indivíduos que não fazem parte da população mundial economicamente ativa, isto é, formada por indivíduos que não participam - direta e/ou sistematicamente - da produção do PIB mundial (produto interno bruto) por meio dos seus países.
Em outras palavras, frise-se:
São também identificados e/ou classificados (segundo essa mesma ONU), não como pobres, mas como miseráveis, por estarem muitas vezes, além de desempregadas, sem qualquer tipo de renda fixa, e também por outros fatores, como, por exemplo: 1- por serem pertencentes a povos que são acometidos por guerras civis; 2- catástrofes naturais; 3- históricas desigualdades sociais extremas, etc., sobrevivendo (e não vivendo) em condições consideradas degradantes.
A nossa problemática, aqui nesse livro, sendo assim, como em todos da série “Segredos da prosperidade”, faz-se importante ressaltar, não está direcionada a estes, ou seja, aos considerados miseráveis, que vivem abaixo da chamada linha de pobreza, uma vez que, pensamos que, a superação da exclusão social, quando extremas, como elas estão e/ou são nesses casos de miserabilidades aqui anteriormente descritos – pensa-se – só serão possíveis de serem efetivamente combatidas e/ou erradicadas por meio de políticas públicas equitativas, não paliativas, realizadas em escala global.

II – DO NOSSO OBJETO DE ESTUDO


I
A nossa problemática, aqui, sendo-se assim, como não poderia deixar de ser, frise-se outra vez, “está e/ou estará especificamente centrada, colocada, sobre aqueles grupos de indivíduos que, ainda que na condição de ditos excluídos sociais e/ou de considerados pobres:
1- “Possuem empregos ditos formais e/ou fontes de renda, ou seja, que estão produzindo algum tipo de riqueza, seja enquanto assalariados, seja enquanto profissionais liberais ou autônomos, formando-se estes, enquanto coletividade, o grupo da chamada população ativa, mas, que, mesmo assim, ao longo de suas vidas ditas produtivas, não conseguem sair dela, isto é, da linha de pobreza.”
2- “Vivem na linha de pobreza (e não abaixo dela, na miséria), mas, que, ainda assim, mesmo tendo acesso a algum tipo de renda (fazendo parte da dita população ativa, contribuindo para a produção do PIB nacional e/ou mundial), não conseguem superá-la e/ou saírem dela ao longo das suas existências proletárias.”
Em outras palavras, ratificando, nosso estudo estará centrado, enquanto coletividade, ainda que os membros desse grupo estejam inconscientes dessa condição, naqueles indivíduos que:
“Começam a trabalhar, às vezes muito cedo, porque são ditos pobres e, mesmo assim, depois de anos de árduo trabalho, morrem (aposentados ou não) na mesma condição de pobreza e/ou numa ainda pior que a anterior.”
II
Se você nesse momento se encontra sobrevivendo (e não vivendo), ou seja, caso se encontre em condição de miséria, certamente você deverá ler esse livro e tirar algum proveito dele. Saiba, porém, que ele não foi escrito para você.
Nesse caso (caso se esteja na miséria), antes de buscar tomar uma atitude em prol da superação da sua condição econômica, busque ajuda externa (de pessoas ou entidades que possam fazê-las ou mesmo do poder público). Isto é, para poder estar em condições de promover a sua superação econômica, primeiramente você precisa estar vivendo em condições minimamente dignas.
Por que essa observação?
Porque esse livro, como já dito, foi escrito para pessoas consideradas pobres ou de classe média baixa (e não para pessoas que estão ou vivem em condições de miséria). Ele foi escrito para pessoas que, mesmo trabalhando e/ou tendo acesso a algum tipo de renda, não sabem como fazer para prosperar, ou seja, não sabem como fazer o dinheiro que elas ganham gerar mais dinheiro para elas, além delas somente os utilizá-los para pagar contas e juros aos banqueiros ou as instituições financeiras.
III
A realidade das últimas décadas tem sido trágica: muitas pessoas pobres ou de classe média baixa, por falta de conhecimentos básicos sobre finanças, têm não somente permanecido pobres ao longo das suas vidas proletárias, mas também regredido: se tornado miseráveis.

Nos últimos tempos o número de pessoas ricas só tem diminuído, assim como também aumentada a riqueza por elas controladas. Ou seja, nas sociedades capitalistas, a cada dia mais e mais pessoas estão ficando pobres e miseráveis e, na mesma via, se concentrado riquezas cada vez nas mãos de poucos. 

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