quarta-feira, 5 de novembro de 2014

CRIANDO PROSPERIDADE - A ARTE & O SENTIDO DO PROCESSO CRIATIVO


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(A5, 124 P.) - Prosperidade, de fato, não é algo que se compra, mas aquilo que se cria, pela sabedoria e pela criatividade, em nome e/ou movido pelo amor.
A arte, desde os tempos antigos, depois de descoberta, foi desenvolvida pelos homens não somente como algo que - por gerar-lhes prazer e satisfação, quando exercitada ou contemplada - lhes faziam se sentirem cada vez mais humanos, mas, também, por causa da necessidade constante da transformação de objetos brutos e/ou toscos da natureza em outros, fossem estes para a caça, para pesca e/ou mesmo para poderem se defender de possíveis predadores, incluindo–se aí o próprio homem, na qualidade de lobo do próprio homem.

Ou seja, o que se quer dizer é que, a arte, enquanto capacidade criativa e/ou habilidade para poder transformar objetos aparentemente inúteis em outros com valor, fossem eles ditos utilitários ou apenas contemplativos, configurou-se e, ainda hoje, configura-se, mesmo em meio à tirania da industrialização, como sendo o verdadeiro meio e/ou caminho para a criação de real prosperidade pelo homem.

Sendo assim, esse livro procurará - de uma forma didática, epistemologicamente fundamentada e, ao mesmo tempo teórica e prática-objetiva – motivar-nos e/ou dar-nos subsídios epistemológicos para que possamos desenvolver, enquanto seres sociais:
1- As nossas capacidades criativas;
2- As nossas capacidades de - por meio da criação da arte – criarmos também prosperidade.

Nas unidades I e II, discorreremos sobre os processos de criação de prosperidade e sobre os variados sentidos do processo criativo, ou melhor, de criação da prosperidade por meio da criação artística.

Na unidade III, discorreremos sobre a arte, na sua completude e também sobre a função social do artista.
Na unidade IV, que é a do epílogo, discorreremos sobre a importância da arte nos processos de desenvolvimento da autonomia intelectual e da humanização nas sociedades capitalistas pós-modernas, marcadas estas pelos processos de massificação cultural (alienação), provocadas pela Indústria Cultual, teorizada por Theodor Adorno a partir de meados do século XX e que, hoje, encontra-se sistematizada nessas mesmas sociedades.

Esperamos que esse livro, assim, possa contribuir à formação de uma geração mais consciente, mais humanizada, mais autônoma intelectualmente e, nesse sentido, também mais capaz de lutar (através da criação de prosperidade por meio do exercício pleno da arte) pela conquista das suas inclusões socioeconômicas, ainda que se acredite que, mudanças significativas a respeito da “questão social” precisem, no sentido macro, serem frutos de ações propriamente coletivas, por meio da participação política, culminando-se na criação de políticas públicas que caminhem nessa direção.

Categorias: ComercialAtividadeFilosofiaArtesAdministração 
Palavras-chave: agregaÇÃo, criatividade, empresas, inovaÇÃo, lideranÇa, mercado, negÓcios, prosperidade, serviÇos, valor.

VIVENDO EM PROSPERIDADE: O SEGREDO DAS ÁRVORES FRUTÍFERAS


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(A5, 131 P.) - Existem várias formas diferentes de se entender e, ao mesmo tempo, de se falar de prosperidade. Alguns optam por seguirem bases bíblicas, outros seguem por caminhos relativos às suas vivências/experiências como empresários e/ ou empreendedores e ainda existem aqueles que preferem partir de bases científicas, administrativa e/ou financeiras, pautadas em sua formação acadêmica.

Nesse livro, todavia, não ficaremos presos especificamente a somente nenhuma delas, mas nos utilizaremos de todas essas bases (bíblicas, experimentadas, científicas e outras), criando, como pano de fundo, analogias com as árvores, especificamente as frutíferas. Essas analogias começam a serem feitas a partir do seu estado de semente, ao ser lançada na terra, passando pela germinação, crescimento, florescimento, até chegar à vida adulta, ou seja, no momento em que ela, de tempos em tempos, seca, após dar continuadamente os seus frutos, de forma qualitativa, generosa e abundante, reiniciando sempre esse processo, de forma cíclica, ao longo de toda a sua existência de árvore, de árvore frutífera.

Nesse sentido, faremos analogias tanto com as partes externas de uma árvore frutífera, isto é com aquelas que estão visíveis, a olho nu, tanto quanto com as internas, que dizem respeito àquelas que, como suas raízes, naturalmente não se mostram.

Objetivamos, a partir da escolha desse recurso metodológico; desse caminho didático, fazer com que se possa melhor clarificar, para o leitor, o nosso desenvolvimento de temáticas complexas, em finanças pessoais e também corporativas, no que se refere ao entendimento específico do que é prosperidade e, também, a partir disso, do como proceder para se poder, de fato, não somente alcançá-la, mas também mantê-la de forma inteligente e disciplinada.

Sendo assim, esse livro, como mais um da série “SEGREDOS DA PROSPERIDADE”, trata-se também de mais uma obra de “educação financeira”, libertadora e, nesse sentido, foi desenvolvido objetivando contribuir de forma qualitativa e crítica à clarividência dos caminhos para a conquista da prosperidade, da igualdade econômica e social, por parte dos excluídos socioeconômicos, seja nos aspectos propriamente individuais, seja no que se refere aos de uma dada coletividade.

Categorias: Finanças CorporativasEducaçãoEconomiaAdministração 
Palavras-chave: administraÇÃo, ativos, caixa, capital, capitaÇÃo, crescimento, criaÇÃo, de, diversificaÇÃo, empreendedorismos, expansÃo, finanÇas, fluxos, investimentos, marketing, mercados, microempresa, passivos, prosperidade, recursos, social, sociedade, sucesso, superaÇÃo.



SEGREDOS DA PROSPERIDADE


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(A5, 132 P.) - “Segredos da Prosperidade” é uma obra de educação financeira, libertadora, na medida em que, ao mesmo tempo em que aborda historicamente a natureza catastrófica dos processos de exclusão socioeconômica, produzidas pela ética imperialista do capital, ensina-nos a criar ferramentas para se poder superá-la sem, no entanto, contribuir para o aumento dessa mesma exclusão.

Ou seja, enquanto muitos outros autores dessa área fingem não querer enxergar o caráter perverso do capitalismo, no que se refere à ética da concentração de riquezas cada vez mais nas mãos de poucos, provocando a exclusão social, defendendo o Individualismo e a Meritocracia; defendendo a teoria do acúmulo de capital; defendendo a busca do lucro a qualquer preço, esta obra faz exatamente o contrário, ou seja, defende a superação da ética capitalista; a superação da exclusão, a partir da renovação do entendimento de como se processa essa exclusão e do desenvolvimento de ferramentas para poder enfrentá-la rumo à prosperidade.

Enquanto os defensores do capitalismo selvagem entendem a prosperidade sob a ótica do acúmulo e da concentração de capital cada vez mais nas mãos de poucos, esta obra, todavia, defende a prosperidade no sentido de se “trabalhar para aprender”; no sentido de se “fazer o que se gosta”; ou então no sentido de se “aprender a gostar do que se faz e assim fazer melhor”; no sentido de “libertação da escravidão do consumo”; no sentido de se “criar investimentos para poder alcançar a independência financeira sem, entretanto, concentrar capital”; no sentido de se “ajudar os outros a se libertarem da escravidão do capitalismo também”.

Em outras palavras, seria o mesmo que poder curar-se do veneno da picada de cobra a partir do soro feito do veneno da própria cobra. Isto é, poder superar os processos de exclusão social e econômica do capitalismo, tanto individuais quanto coletivas, a partir do entendimento de como funciona o capitalismo e do desenvolvimento de ferramentas para poder não somente suportá-lo, criando mecanismos de defesa, mas também ferramentas para poder encará-lo de frente, enfrentá-lo, superando-o.

Trata-se, portanto, de uma obra que defende a prosperidade e ao mesmo tempo a retomada dos processos de humanização e de fraternidade; a retomada dos processos de respeito a si e ao outro; de respeito às diferenças; de retomada dos processos de preservação da vida no planeta; de retomada dos processos de crescimento autossustentáveis; de retomada dos processos de equidade social e econômica.


Nesta obra, poder prosperar; poder superar a exclusão é tão importante quanto humanizar-se; tão importante quanto poder se emancipar intelectualmente. Aprender a não se conformar com esse mundo; Aprender a renovar-se e a renová-lo pela renovação do próprio entendimento sobre o que é a prosperidade, criando mecanismo de defesa e ação no enfrentamento da exclusão social e econômica, eis um dos principais objetivos desta obra.

A FUNÇÃO SOCIAL ANÁRQUICA DO PROFESSOR



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PROFESSORES OS PROSTITUTOS INTELECTUAIS - A FUNÇÃO SOCIAL ANÁRQUICA DO PROFESSOR

(A5, 178 P.) - Pedagogos, educadores, mestres e/ou professores são o que:
1- Homo intelectos ou Homo Faber?
2- Pensadores ou proletários?
3- Seres sociais transformadores ou meros proletários?
4- Criadores e socializadores de saberes ou meros seres adestrados, adestradores e castradores de subjetividades transcendentes?
5- Seres intelectualmente humanizados e emancipados ou apenas cidadãos passivos, propagadores dos dogmas científicos, guardiões da cultura eruditas, prostitutos intelectuais?
Se as respostas forem correspondentes às primeiras hipóteses, supõe-se haver um valor para o mestre que esteja centrado na sua função e/ou missão social transformadora, revolucionária e/ou anárquica.
Se a resposta for a segunda, colocamos o mestre:
1- numa condição de fantoche do sistema;
2- de produto social capitalista;
3- de reprodutor de saberes enlatados;
4- de proletário – como um outro qualquer - vendedor da sua dita força de trabalho e, num sentido ainda mais trágico:
5- na condição daquele que se vende e/ou que se prostitui intelectualmente. Isto é:
6- colocamos o pedagogo, educador, mestre e/ou o professor na condição daquele, castrado do seu poder de pensar, apenas responde aos estímulos de sua condição de exclusão, de fazedor de greves e de sistematizador, embora sempre diga o contrário, do “status quo” conservador enquanto conteúdo ético-pedagógico de Estado dos valores capitalistas (individualismo, meritocracia, consumismo, etc.).
II
Nesse livro, de maneira reflexiva, crítica e epistemologicamente fundamentada, discorreremos sobre alguns caminhos que se apresentam à compreensão da função social do professor e também da escola, hoje, no alvorecer do século XXI, tempo de hegemonia capitalista e, na mesma via, de novas utopias pós-modernas progressistas.
Esperamos que, esse livro, de forma direta e indireta, possa contribuir à formação de uma geração de pedagogos, mestres, educadores e/ou professores mais críticos; mais emancipados intelectualmente e, na mesma via, também mais tecnicamente competentes porque conscientes das suas das suas funções sociais, ou seja, conscientes de, que, exercer o magistério, não é e, por isso mesmo, também não pode ser encarado como um ofício; como uma simples função ou profissão, mas como uma missão essencialmente transformadora, revolucionária e/ou anárquica.

Palavras-chave: educaÇÃo, escola, funÇÃo social, professor.






QUEM SÓ TRABALHA NÃO TEM TEMPO PARA GANHAR DINHEIRO


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(A5, 152 P.) - O homem é o único ser que, por ser da espécie “homo sapiens”, não traz também uma pré-determinação e/ou uma natureza completa e acabada em si e, sendo assim, ao não se realizar, por falta de uma educação de qualidade, ele pode também descaracterizar-se do que é, não conseguindo “ser tudo aquilo que, justamente por ser homem, pela educação, ele poderia e/ou pode vir a ser”.

Isto é, em outras palavras, o homem pode, pela educação, humanizar-se e, sem ela, “animalizar-se” no sentido pejorativo e minimizado da palavra.

Nesse sentido, uma das principais formas de animalização do homem (nas sociedades ocidentais capitalistas contemporâneas), tem sido por meio da sua expropriação (tirar-lhe a propriedade), ao vender a sua dita força produtiva de trabalho, geradora de riquezas, por um baixíssimo e/ou ínfimo valor, no dito mercado de trabalho.

Esse livro, por esta via, se proporá a, partindo-se de um histórico sobre as mudanças sobre o sentido do trabalho (nas sociedades gregas antigas, na idade média, moderna e contemporânea), demonstrar também que, mesmo no alvorecer do século XXI, os diferentes homens, na condição de proletários das sociedades capitalistas ocidentais, foram e/ou estão sendo transformados, de forma auto-consentida, em virtude da internalização em suas psiques dos valores Individualistas e Meritocráticos do capitalismo:

A- “Em escravos assalariados do capital;

B- Em seres irracionais, por meio da cauterização em suas mentes, de duas grandes ilusões:

1- A primeira, internalizando-se a idéia de que labor, o trabalho dito assalariado braçal, no qual se tem um dito patrão, é não somente o único dito válido e/ou ético, mas também o dito único que realmente “dignifica o homem” (e não àqueles advindos também do exercício e/ou do ato humano de pensar, de criar, de fazer arte, de investir, etc.;

2- A segunda, pautada na idéia de que “somente trabalhando e, trabalhando-se muito, é que se consegue sair da condição de pobreza e/ou de exclusão social”.

De forma didática, demonstraremos que, na prática, essas são duas grandes mentiras contadas pelos donos do capital para poderem continuar, como fazem há séculos, explorando a classe trabalhadora, ou seja, transformando homens em seres irracionais, escravos do trabalho, visando-se manter o “status quo da exclusão” em escala planetária.

Todavia, não ficamos somente na crítica, ou seja, apresentamos alternativas para a superação dessa condição de exclusão social, objetivando, todavia, fazer com que o excluído e/ou escravo assalariado do capital pós-moderno possa deixar de sê-lo, mas, sem, nesse caminho, querer se tornar também um escravocrata contemporâneo.

Esperamos, assim, que essa obra, “Quem só trabalha não tempo para ganhar dinheiro”, possa nos fazer pensar sobre o sentido do trabalho em nossas vidas e, também, no tipo de seres humanos que (apesar de sermos considerados seres racionais, homo sapiens) temos, ao longo da história, de fato, sidos, conseguido ser, quando colocados na condição de escravos, de servos, de proletários e/ou de “escravos assalariados do capital”.

Enfim, esperamos que essa obra, que é mais uma da série “segredos da prosperidade”, como todas as outras do autor, possa contribuir também à formação de uma geração menos escrava, mais equitativa e justa, socialmente falando e, também, na mesma medida, na mesma via, mais humana e mais emancipada intelectualmente.

Categorias: Criatividade, Crescimento Pessoal, Filosofia, Autoajuda, Administração
Palavras-chave: alienaÇÃo, antiga, arendt, capitalismo, educaÇÃo, escravos, financeira, flexibilizaÇÃo, fordismo, grÉcia, hanna, karl, labor, mais-valia, marx, neoliberalismo, poiesis, prÁxis, pÓs-modernidade, taylorismo, toyotismo, trabalho.

domingo, 2 de novembro de 2014

POR QUE OS POBRES MORREM POBRES?



I
Hoje, no alvorecer do século XXI, segundo dados mais recentes da ONU, cerca de mais de um bilhão de pessoas são acometidas (nas suas grandes maiorias em países pobres e/ou subdesenvolvidos da África, Ásia e América do sul) por estados ditos de pobrezas extremas, ou seja, aprox. de 15% a 20% da população mundial, por motivos vários, encontra-se vivendo na miséria, subnutridas, abaixo da chamada linha de pobreza.
Essa população de famigerados do mundo (que vive abaixo da linha da pobreza, com menos de um ou dois dólares por dia) é identificada, por essa mesma ONU, como aquela que é formada por indivíduos que não fazem parte da população mundial economicamente ativa, isto é, formada por indivíduos que não participam - direta e/ou sistematicamente - da produção do PIB mundial (produto interno bruto) por meio dos seus países.
Em outras palavras, frise-se:
São também identificados e/ou classificados (segundo essa mesma ONU), não como pobres, mas como miseráveis, por estarem muitas vezes, além de desempregadas, sem qualquer tipo de renda fixa, e também por outros fatores, como, por exemplo: 1- por serem pertencentes a povos que são acometidos por guerras civis; 2- catástrofes naturais; 3- históricas desigualdades sociais extremas, etc., sobrevivendo (e não vivendo) em condições consideradas degradantes.
A nossa problemática, aqui nesse livro, sendo assim, como em todos da série “Segredos da prosperidade”, faz-se importante ressaltar, não está direcionada a estes, ou seja, aos considerados miseráveis, que vivem abaixo da chamada linha de pobreza, uma vez que, pensamos que, a superação da exclusão social, quando extremas, como elas estão e/ou são nesses casos de miserabilidades aqui anteriormente descritos – pensa-se – só serão possíveis de serem efetivamente combatidas e/ou erradicadas por meio de políticas públicas equitativas, não paliativas, realizadas em escala global.

II – DO NOSSO OBJETO DE ESTUDO


I
A nossa problemática, aqui, sendo-se assim, como não poderia deixar de ser, frise-se outra vez, “está e/ou estará especificamente centrada, colocada, sobre aqueles grupos de indivíduos que, ainda que na condição de ditos excluídos sociais e/ou de considerados pobres:
1- “Possuem empregos ditos formais e/ou fontes de renda, ou seja, que estão produzindo algum tipo de riqueza, seja enquanto assalariados, seja enquanto profissionais liberais ou autônomos, formando-se estes, enquanto coletividade, o grupo da chamada população ativa, mas, que, mesmo assim, ao longo de suas vidas ditas produtivas, não conseguem sair dela, isto é, da linha de pobreza.”
2- “Vivem na linha de pobreza (e não abaixo dela, na miséria), mas, que, ainda assim, mesmo tendo acesso a algum tipo de renda (fazendo parte da dita população ativa, contribuindo para a produção do PIB nacional e/ou mundial), não conseguem superá-la e/ou saírem dela ao longo das suas existências proletárias.”
Em outras palavras, ratificando, nosso estudo estará centrado, enquanto coletividade, ainda que os membros desse grupo estejam inconscientes dessa condição, naqueles indivíduos que:
“Começam a trabalhar, às vezes muito cedo, porque são ditos pobres e, mesmo assim, depois de anos de árduo trabalho, morrem (aposentados ou não) na mesma condição de pobreza e/ou numa ainda pior que a anterior.”
II
Se você nesse momento se encontra sobrevivendo (e não vivendo), ou seja, caso se encontre em condição de miséria, certamente você deverá ler esse livro e tirar algum proveito dele. Saiba, porém, que ele não foi escrito para você.
Nesse caso (caso se esteja na miséria), antes de buscar tomar uma atitude em prol da superação da sua condição econômica, busque ajuda externa (de pessoas ou entidades que possam fazê-las ou mesmo do poder público). Isto é, para poder estar em condições de promover a sua superação econômica, primeiramente você precisa estar vivendo em condições minimamente dignas.
Por que essa observação?
Porque esse livro, como já dito, foi escrito para pessoas consideradas pobres ou de classe média baixa (e não para pessoas que estão ou vivem em condições de miséria). Ele foi escrito para pessoas que, mesmo trabalhando e/ou tendo acesso a algum tipo de renda, não sabem como fazer para prosperar, ou seja, não sabem como fazer o dinheiro que elas ganham gerar mais dinheiro para elas, além delas somente os utilizá-los para pagar contas e juros aos banqueiros ou as instituições financeiras.
III
A realidade das últimas décadas tem sido trágica: muitas pessoas pobres ou de classe média baixa, por falta de conhecimentos básicos sobre finanças, têm não somente permanecido pobres ao longo das suas vidas proletárias, mas também regredido: se tornado miseráveis.

Nos últimos tempos o número de pessoas ricas só tem diminuído, assim como também aumentada a riqueza por elas controladas. Ou seja, nas sociedades capitalistas, a cada dia mais e mais pessoas estão ficando pobres e miseráveis e, na mesma via, se concentrado riquezas cada vez nas mãos de poucos. 

CAPITALISMO SOCIAL: PEDAGOGIA DA INCLUSÃO SOCIOECONÔMICA


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(A5, 257 p.) - “CAPITALISMO SOCIAL: Pedagogia da Inclusão Socioeconômica” é, entre outras coisas, uma obra de educação financeira, libertadora, na medida em que busca ensinar e/ou instrumentalizar os cidadãos a resistirem aos processos de exclusão socioeconômica, há tempos, produzidos pelo capitalismo, seja criando-se mecanismos de defesa, seja construindo-se estratégias que lhes permitam alcançarem a prosperidade econômica sem, todavia, nesse mesmo processo:
1-   Deixarem de ser escravos assalariados do capital para poderem se tornar escravocratas; ou seja, sem, nesse mesmo processo:
2-   Deixarem de ser oprimidos para poderem se tornar opressores.

Em outras palavras, “CAPITALISMO SOCIAL: Pedagogia da Inclusão socioeconômica”, é um livro que, entre muitas outras coisas, ensina e/ou instrumentaliza os cidadãos para poderem reagir contra a exclusão social gerada pelo capitalismo, utilizando-se, todavia, de quase todas as mesmas armas dos capitalistas, mas, com outros fins, isto é, buscando-se a retomada dos processos de:
1- humanização,
2- solidariedade,
3- fraternidade e/ou sistematização da equidade social.

Esperamos, assim, nesse sentido, que esse livro possa ser útil à formação de uma geração mais livre e responsável, porque também mais crítica e capaz de conquistar a sua independência socioeconômica, seja no sentido micro/individual seja no sentido macro/coletivo, dado que a cidadania, incluindo-se aí a equidade social, apesar de ser um justo direito, deve ser encarada também como fruto de uma conquista, uma vez que, numa sociedade dividida entre classes e/ou grupos antagônicos, com múltiplos interesses opostos, como a capitalista, ela, essa mesma cidadania, nunca será e não deve assim também ser esperada e/ou encarada como fruto de uma dádiva.